Camille CLAUDEL

Nome artístico de Camille Athanaïse Cécile Cerveaux Prosper ,foi uma escultora francesa.  Que nasceu em  Aisne,  no dia 8 de dezembro de 1864camille-claudel

Camille era filha de Louis Prosper,um hipotecário, e Louise Athanaïse Cécile Cerveaux. Camille passou toda sua infância em Villeneuve-sur-Fère, morando em um presbitério que seu avô materno, doutor Athanaïse Cerveaux, havia adquirido. Foi primeira filha do casal, sendo quatro anos mais velha que Paul Claudel. Ela impõe a seu irmão, assim como a sua irmã caçula Louise, sua forte personalidade. Ela comandava os dois desde pequena. Segundo Paul, seu irmão, ela declarou desde cedo seu desejo de ser escultora. Camille também tinha certas premonições e previu também que seu irmão se tornaria escritor e sua irmã Louise seria musicista.

Seu pai, maravilhado com seu estupendo e precoce talento que, ainda na infância, produziu esculturas de ossos e esqueletos com impressionante verossimilhança, oferta-lhe todos os meios de desenvolver suas potencialidades, a colocando em escolas e cursos de primeira linha. Sua mãe, por outro lado, não vê com bons olhos, colocando-se sempre contra todo aquele empreendimento, reagindo muitas vezes violentamente no sentido de reprovar a filha que traz incômodos e custos excessivos para a manutenção de seu “capricho”. O sonho de Camille é ser uma escultora de sucesso e vê essa vontade ameaçada pela mãe, que acha que ocorreem muitos gastos com a educação da menina.

Em 1881, já com 17 anos, sai de casa para ir em busca de seu grande sonho. Parte para Paris e ingressa na Academia Colarossi, uma escola que forma artistas escultores. Ela teve por mestre primeiramente Alfred Boucher e depois Auguste Rodin. É desta época que datam suas primeiras obras que nos são conhecidas: A Velha Helena (La Vieille Hélène — coleção particular)A velha Helena ou Paul aos treze anos (Paul à treize ans — Châteauroux).paul_aos_13_anos

O tempo passa, e seu professor Rodin, impressionado pela solidez e tamanha beleza de seu trabalho, admite-a como aprendiz de seu ateliê na rua da Universidade em 1885 e é nesse momento que ela colaborará na execução das Portas do Inferno (Les Portes de l’Enfer) e do monumento Os Burgueses de Calais (Les Bourgeois de Calais).

Tendo deixado sua família pelo amor a escultura, ela trabalha vários anos a serviço de seu mestre, por quem é secretamente apaixonada, e ela mantem-se à custa de sua própria criação, pois ela ganha salário como aprendiz. Por vezes, a obra de um e de outro são tão próximas que não se sabe qual obra de seu professor ou da aluna. Às vezes se confunde em quem inspirou um ou copiou o outro, pois Camille faz tão bem seu trabalho que parece que há anos ela trabalha com arte. Suas esculturas e as de Rodin são muito idênticas, fato que aproxima os dois.

O tempo passa e Camille e Rodin se envolvem, e têm um caso ardente de amor. Porém Camille Claudel enfrenta muito rapidamente duas grandes dificuldades: De um lado, Rodin não consegue decidir-se em deixar Rose Beuret, sua namorada desde os primeiros anos difíceis, e de outro lado, alguns afirmam que suas obras seriam executadas por seu próprio mestre, ou seja, acusam Camille de ter copiado todos os trabalhos de seu professor em vez dela mesma fazer. Muito triste e depressiva pelas acusações e por Rodin ainda ter outra mulher, Camille tentará se distanciar de Rodin e a fazer suas obras de arte sozinha. Percebe-se muito claramente essa tentativa de autonomia em sua obra (1880-94), tanto na escolha dos temas como no tratamento: A Valsa(La Valse — Museu Rodin) ou A Pequena Castelã  (La Petite Châtelaine, Museu Rodin). Esse distanciamento segue até o rompimento definitivo em 1898. A ruptura é marcada e contada pela famosa obra de título preciso: A Idade Madura  (L’Age Mûr – Museu d’Orsay).A idade madura2

Ferida e desorientada, ainda mais por descobrir que seu romance com Rodin não passou de uma aventura para ele e que ele prefeiu a namorada, Camille Claudel passa a nutrir por Rodin um estranho amor-ódio que a levará à paranóia e a loucura. Ela instala-se então no número 19 do hotel Quai Bourbon e continua sua busca artística em grande solidão, pois ama loucamente Rodin, mas ao mesmo tempo o odeia por ele tê-la abandonado. Ela se entregou a esse homem de corpo e alma e em troca só teve ingratidão e abandono. Apesar do apoio de críticos como Octave Mirbeau, Mathias Morhardt, Louis Vauxcelles e do fundidor Eugène Blot, seus amigos, ela não consegue superar a dor da saudade. Eugène Blot organiza duas grandes exposições, esperando o reconhecimento e assim um benefício sentimental e financeiro para Camille Claudel, pois ele quer ajudar a amiga em dificuldade. Suas exposições têm grande sucesso de crítica, mas Camille já está doente demais para se reconfortar com os elogios. Ela passa a ficar estranha e obsessiva, querendo a morte de Rodin. Ela passa a se lembrar de seu passado, a mãe a impedindo de ser uma artista e lembranças ruins da infância passam a sufocá-la cada vez mais.

Depois de 1905, os períodos paranóicos de Camille multiplicam-se e acentuam-se. Ela crê em seus delírios. Entre seus sonhos doentes, ela acredita que Rodin roubará suas obras de arte para moldá-las e expô-las como suas, ou seja, ela acha que Rodin roubará as esculturas e falará que foi ele quem fez. Ela passa a achar que o inspetor do Ministério das Belas-Artes está em conluio com Rodin, e que desconhecidos querem entrar em sua casa para lhe furtar suas obras de arte. Nessa fase ela passa a falar sozinha e já adquiriu a esquizofrenia. Também chora muito, e passa a ter ideias de suicídio. Camille cria histórias imaginárias que ela passa a achar que são puramente verdade. Nessa terrível época que suas crises de loucura aumentam, vive um grande abatimento físico e psicológico, não se alimentando mais e desconfiando de todas as pessoas, achando que todos a matarão. Ela se isola e como mora sozinha no hotel, ninguém sabe de sua condição, pois ela rompe a amizade com os amigos e passa a querer ficar e viver sozinha em seu quarto. Ela se mantém vendendo as poucas obras que ainda lhe restam.

camille 1929Seu pai, seu porto-seguro, a única pessoa que a mais entendeu na sua vida, morre em 3 de março de 1913, o que piora por completo sua depressão e a faz sair da realidade mais ainda. Ela entra em uma crise violenta, quebrando tudo e gritando, e em 10 de março, ela é internada no manicômio de Ville-Evrard. A eclosão da Primeira Guerra Mundial levou-a a ser transferida para Villeneuve-lès-Avignon onde morre, após trinta anos de internação e desespero, passando todo esse tempo amarrada e sedada. Morreu em 19 de outubro de 1943, aos 79 anos incompletos.

Recomendo assistir o filme “Camile Claudel” de 1988  com Isabelle Adjani no papel de Camille e Gérard Depardieu .como Auguste Rodinl94828d8d40819

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Camille_Claudel

ALLA PRIMA

Vejam esta interesante técnica

O óleo em barra permite desenhar e pintar livremente e diretamente sobre as superfícies. Transformando-se numa extensão da mão, esta tinta a óleo em forma de bastão é perfeito para aplicação “alla prima” .(ou pintura direta)

“Alla prima” :Expressão italiana que significa de primeira, utilizada para nomear uma técnica de pintura, originalmente a óleo e praticada a partir do século XVII, na qual a tinta é aplicada diretamente na base escolhida, sem estudos preparatórios, e o resultado final é atingido após essa única aplicação do pigmento, não realizando o pintor, correções, velaturas ou retoques.

 

Neste vídeo, Monkidoe, um coletivo de arte fundada por Rotterdam artistas Robert Rost e Lennaert Koorman, criar um único retrato grande escala.

Eugène BOUDIN

Foi marinheiro e um dos mais notáveis pintores precursores do Impressionismo, ao tentar expor nas suas telas, variações da atmosfera, jogos de luz e cor e a fluidez dos horizontes no mar.Boudin_Eugene

No seio de uma modesta família de marinheiros, Eugène Boudin nasceu em Honfleur, pequeno porto de pescadores da Normandia, no norte da França no dia 12 de Julho de 1824

Estudou alguns anos em Paris com uma bolsa obtida em 1851, antes de se recolher às regiões do litoral francês, em Le Havre, Honfleur ou Trouville, onde veio a se inspirarJetty at High Tide, Trouville.

Em 1865, ao conhecer os óleos e pastéis de Boudin, Baudelaire escreveu, a respeito do artista, frases que mais tarde poderiam ser aplicadas aos impressionistas.

Em 1856/57 Boudin amizade com o jovem Claude Monet, então apenas 18 anos, e convenceu-o a desistir de seus desenhos e caricaturas adolescentes para se tornar um pintor de paisagens, ajudando a incutir nele um amor de tons brilhantes e no jogo da luz na água depois evidente em pinturas impressionistas Monet. Os dois continuaram amigos ao longo da vida e Monet mais tarde prestou homenagem a influência precoce Boudin. Boudin juntou Monet e seus amigos na primeira exposição impressionista em 1874, mas nunca se considerou um radical ou inovador.
Boudin foi marcado pelas suas relações com Johan Jongkind, Jean-François Millet e Jean-Baptiste Camille Corot. Este último costumava chamá-lo de “rei dos céus” pelo tratamento pitórico que dava às nuvens, as nuances de azul e o reflexo que esses fenómenos produziam nas paisagens.Escena marina

Crescente reputação Boudin permitiu-lhe viajar bastante em 1870. Ele visitou a Bélgica, a Holanda, e no sul da França, e 1892-1895 fazia viagens regulares para Veneza. Ele continuou a exibir nos Salões de Paris, recebendo uma medalha de terceiro lugar no Salão de Paris de 1881, e uma medalha de ouro na Exposição Universal 1889. Em 1892, Boudin foi nomeado cavaleiro da Légion d’honneur, um reconhecimento um pouco tardio de seus talentos e influência sobre a arte de seus contemporâneos.

No final de sua vida, ele voltou para o sul da França como um refúgio de problemas de saúde, e reconhecendo logo que o alívio que poderia dar-lhe quase apagada, ele retornou para sua casa em Deauville, para morrer dentro da vista das águas do Canal e sob os céus Canal tinha pintado com tanta frequência. Eugène Boudin morreu em Deauville, próximo de sua aldeia natal, a 8 de Agosto de1898.

O Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro possui em seu acervo vinte quadros de Boudin. Constitui o maior conjunto de obras pertencente a uma instituição pública fora da França. A coleção abarca toda a trajetória artística do pintor, expressando a sua evolução pois corresponde a mais de trinta e cinco anos de produção, desde seus primeiros quadros, amadurecimento e apogeu. O precioso conjunto mostra ainda a temática preferida do artista – paisagens do mar, portos e embarcações, rios e suas margens, campos com animais. Destaca-se o quadro intitulado Lavadeiras nas Margens do Rio Touques, um dos melhores trabalhos de Boudin, verdadeira e encantadora obra prima.Lavadeiras nas Margens do Rio Touques

Adquiridas em Paris pelos barões de São Joaquim, José Francisco Bernardes e sua mulher, da aristocracia brasileira ligada ao café, as telas foram por eles doadas ao Museu no ano de 1922.

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Eug%C3%A8ne_Boudin

 

Maximilien LUCE

Portrait_de_Maximilien_LuceMaximilien Luce nasceu em 1858 em uma família de classe operária parisiense. Apesar de suas origens modestas, Luce passou a se tornar um dos fundadores do movimento neo-impressionista, juntamente com Camille Pissarro, Georges Seurat e Paul Signac. O neo-impressionistas procuraram aperfeiçoar o estilo impressionista com um método científico de pintura chamado pontilhismo.Maximilien-Luce-Saint-Tropez Além de pintor era também gravurista e suas obras relatavam paisagens e algumas cenas urbanas que mostravam o dia a dia de pessoas comum em seu trabalho. Fazia parte do Groupe de Lagny junto com outros pintores como: Pissarro Lucien, Léo Gausson, Émile-Gustave e Cavallo-Péduzzi
No ano de 1890 o pintor era totalmente ativo em grupos anarquistas juntamente com Camille Pissarro e no ano de 1894 acabou sendo preso por pouco tempo por causa disso. Foi amigo do sueco Ivan Aguéli que estava sempre com ele em todas as situações de sua vida. Maximilien Por volta de 1900 no entanto, Luce se afastou da técnica de pintura pontilhista pequenos pontos de cor pura, em favor de traços mais expressivos e espontânea. Não só o artista se distinguir de seus colegas com uma técnica instintiva menos rígida, mas também pela sua escolha do assunto.
Luce pintou cenas realistas sociais de trabalhadores e pescadores, cenas pacíficas de lazer e paisagens pitorescas e paisagens marítimas. Luce pintou também muitas cenas da I Guerra Mundial onde relatava soldados que lutavam contra os horrores da Grande GuerraLa_Gare_de_l'Est-1917

Faleceu no dia seis do mês de fevereiro do ano de 1941 em Paris.
Obras de Luce são destaque em coleções permanentes de vários museus de renome internacional, incluindo, entre outros, o Museu D’Orsay, em Paris, do Metropolitan Museum, em Nova York, NY, a National Gallery of Art, em Washington, DC, a Galeria Nacional do Canadá, em Ottawa, Ontário, e da Legião de Honra museu em San Francisco, Califórnia.

Fonte: http://br.blouinartinfo.com/galleryguide/291268/313720/artist/360422/bio

Palacio BAROLO

palacio-barolo-torreO edifício foi projetado pelo arquiteto italiano Mario Palanti e inaugurado em 1923 Inaugurado em 1923, o Palácio Barolo, com seus 100 metros de altura e sua arquitetura monumental, já foi o maior prédio de Buenos Aires. Só a beleza e o tamanho da construção já seriam suficientes para fazer dele um dos mais interessantes edifícios históricos da capital argentina, mas a história de sua criação o torna ainda mais fascinante.palacio_barolo p

O palácio foi projetado pelo arquiteto italiano Mario Palanti, a pedido do produtor agropecuário Luis Barolo. A ideia era construir um prédio para guardar os restos mortais de Danti Alighieri, poeta italiano do século 13, autor de “A divina comédia”. Barolo tinha medo de que as cinzas de Alighieri se perdessem com uma possível batalha ainda maior do que a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). O objetivo nunca foi alcançado.

24774325_cb781af7c2Mesmo assim, Palanti caprichou nas analogias. O edifício tem 100 metros de altura e 22 andares, o mesmo número de cantos e de estrofes do poema, respectivamente. Além disso, o palácio é dividido em três partes – inferno, purgatório e céu – e possui um farol, que representa os “Nove coros angelicais” da obra-prima de Alighieri. As mais de 300 mil velas de ignição faziam a luz do farol ser vista do Uruguai.

Sua arquitetura não segue um estilo único. Ela sofreu influência dos estilos europeus da época, como o neogótico e o neorromântico. A cúpula no alto foi inspirada no templo indiano de Rajarani Bhubaneshvar, do século 12, para representar o amor tântrico entre Alighieri e Beatrice Portinari. Em 1997, o palácio foi declarado monumento histórico.

No total foram utilizados 70 mil sacos de cimento, 650 toneladas de ferro e mais de 1,5 milhão de tijolos para a construção do prédio. São nove elevadores e 236 metros de escadas – 1410 degraus revestidos em mármore Carrara. Atualmente, funcionam no prédio agências de turismo, uma escola de idiomas, lojas de roupas e escritórios de contabilidade e advogados.

Serviço
Palácio Barolo

Avenida de Mayo, 1370, Monserrat.
Tel.: 00xx 54 11 4381.1885

Fonte:www.terra.com.br

Camille PISSARRO

Jacob Abraham Camille Pissarro) foi um pintor francês, co-fundador do impressionismo, e o único que participou nas oito exposições do grupo (1874-1886) camille-pissarroCamille_Pissarro

 

 

 

 

 

 

Nasceu em 10 de julho de 1830 na ilha de St. Thomas, no Caribe Seu pai, Abraham Frederic Gabriel Pissarro, era português criptojudeu de Bragança, que, no final do século XVIII, quando ainda pequeno, emigrara com a sua família para Bordéus, onde na altura existia uma comunidade significativa de judeus portugueses refugiados da Inquisição. A mãe de Camille Pissarro era crioula e tinha o nome Rachel Manzano-Pomie.

Com 11 anos Camille Pissarro foi enviado a Paris para estudar num colégio interno. Voltou para a ilha São Tomás, a fim de tomar conta do negócio da família. Algum tempo depois, a sua paixão pela pintura fê-lo mudar de vida: fez em 1852 amizade com o pintor dinamarquês, Fritz Melbye e a oportunidade de concretizar seu sonho surgiu com um convite para acompanhar uma expedição do Fritz Melbye, enviado pelo governo das Antilhas Dinamarquesas, para estudar a fauna e a flora da Venezuela, onde passou dois anos.

Pissarro conquistou sua liberdade aos 23 anos. Em 1855, ele já estava em Paris com ajuda de Melbye, tentando iniciar sua carreira. O jovem antilhano fascinou-se com as telas de Camille Corot e travou amizade com Paul Cézanne, Claude Monet, Charles-François Daubigny, entre outros pintores impressionistas. Com Monet passou a sair para pintar ao ar livre, em Pontoise e Louvenciennes. Em 1861 casou com Julie Vellay, com quem teve oito filhos.

No decorrer da guerra franco-prussiana (1870-1871), na qual praticamente todos os seus quadros foram destruídos, residiu em Inglaterra. Quando voltou, começou a pintar na companhia de Cézanne. Com o objectivo de descobrir novas formas de expressão, Pissarro foi um dos primeiros impressionistas a recorrer à técnica da divisão das cores através da utilização de manchas de cor isoladas – o seu quadro “The Garden of Les Mathurins at Pontoise” (1876) é um exemplo.60-38 003

 

Les toits rouges, coin du village, effet d'hiverEm 1877 pintou “Les toits rouges, coin du village, effet d’hiver”. Durante os anos 1880 juntou-se a uma nova geração de impressionistas, os “neo-impressionistas”, como Georges Seurat e Paul Signac, pintando em 1881 “Jeune fille à la baguette, paysanne assise” e experimentou com o pontilhismo.

A partir de 1885, militou nas correntes anarquistas, criticando severamente a sociedade burguesa francesa, deixando-nos “Turpitudes Sociales” (1889), um álbum de desenhos. Nos anos 1890 abandonou gradualmente o “neo-impressionismo”, preferindo um estilo mais flexível que melhor lhe permitisse captar as sensações da natureza, ao mesmo tempo que explorou a alteração dos efeitos da luz, tentando também exprimir o dinamismo da cidade moderna, de que são exemplos os vários quadros que pintou com vistas de Paris (“Le Boulevard Montmartre, temps de pluie, après-midi”, 1897), Dieppe, Le Havre e Ruão.

A obra de Pissarro se caracterizou por uma paleta de cores cálidas e pela firmeza com que consegue captar a atmosfera, por meio de um trabalho preciso da luz. Seu material predileto foi o óleo, mas também fez experiências com aquarelas e pastel. A estrutura dos quadros de Pissarro encontra total correspondência na obra de Cézanne, já que foi mútua a influência entre ambos. Como professor teve como alunos Paul Gauguin e seu filho Lucien Pissarro. Ao jovem Gauguin aconselhou a utilização das cores – esses conselhos surtiram efeito e Gauguin começa a utilizar a cor no seu estado puro.

Le_verger_(The_Orchard),_1872Durante seus últimos anos, realizou várias viagens pela Europa, em busca de novos temas. Hoje é considerado um dos paisagistas mais importantes do século XIX. Os seus trabalhos mais conhecidos são “Le Verger”, “Les châtaigniers à Osny” e “Place du Théâtre Français”. Les châtaigniers à Osny

 

 

Faleceu em 13 de novembro de 1903. Encontra-se sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, Paris na França.

 

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Camille_Pissarro

James ENSOR

James Ensor  nasceu em 13 de Abril de 1860, em Ostende –Bélgica.. Foi um pintor e gravador belga dos séculos XIX e XX.James Ensor

Era filho de James Frederic Ensor, um engenheiro de origem inglesa e de Maria Catherina Haegheman, de origem local modesta. Estudou em Bruxelas e, nas suas primeiras obras, sofre a influência de Reps. Ensor foi ao longo de toda a sua vida um ser marginal e solitário e é difícil encontrar um outro artista do século XIX e XX cuja obra seja tão complexa, estranha e tão rica de interpretações.

Ensor ficou particularmente famoso pelos seus desenhos e pinturas de máscaras e multidões que utilizou como crítica social. As suas obras estão espalhadas por museus e colecções particulares de toda a Europa.

Sua primeira exposição acontece em 1881 e contou o círculo vanguardista belga << La Chrysalide>>, em Bruxelas. Pinta sombrias cenas de interiores: A tarde em Ostende, A sala burguesa.ensorLa_comedora_de_ostras_

Expõe novamente no ano seguinte no Salão de Belas Artes de Paris e no <<L’Essor>>, círculo artístico de Bruxelas, que não se interessa minimamente pelos seus trabalhos. Ensor pinta a A comedora de ostras, que será recusada no Salão de Antuérpia.

Data de 1888 a sua obra-prima, Entrada do Cristo em Bruxelas, que anuncia ao mesmo tempo o fauvismo e o expressionismo. Criou, com outros artistas (Khnopff, Finch, Van Rysselberghe e Vogels), os grupos Os Vinte e Arte Contemporânea.ENTRY-OF-CHRIST-INTO-BRUSSELS

Começando impressionista, o estilo de Ensor pouco a pouco adquiriu características peculiares. Artista visionário, algumas das suas obras aproximam-se, pelo espírito, das dos velhos mestres flamengos, como Bosch e Bruegel, a cuja família estética pertence. Tecnicamente, a arte ensoriana revitalizou a pintura belga do século passado, influindo sobre o expressionismo e o surrealismo. Notável gravador, deixou 133 gravuras em metal, muito procuradas por colecionadores. O rei Alberto I da Bélgica fê-lo barão em 1929. É inaugurado em 1930 um monumento em homenagem a Ensor, próximo do Kursaal de Ostende. Ensor está presente á cerimônia. Ensor expõe em 1932 em Paris, no Museu Nacional de Jeu de Paume. No ano de 1933 Ensor é proclamados <<príncipe do pintores>> em Bruxelas e a França o elege Grande Oficial da legião de Honra.

Em 1948 funda-se a sociedade <<Les Amis de James Ensor >>, cuja finalidade é divulgar a sua obra e criar um museu Ensor em Ostende. Ao longo dos anos 50 <<Les Amis de James Ensor >>, em colaboração com o município de Ostende, instalam um museu na casa onde viveu o pintor. O museu conserva algumas gravuras, cópias das suas obras, como A Entrada de Cristo em Bruxelas em 1889, além de muitos objetos pessoais.

Ensor faleceu em 1949 após três semanas de agonia. Está sepultado em Mariakerk, no cemitério junto da igreja de Notre-Dam

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/James_Ensor

http://www.pintoresfamosos.com.br/?pg=ensor

Marcel DUCHAMP

marcel_duchampMarcel Duchamp nasceu em Blainville, França, em 28 de julho de 1887, e morreu em Nova York, EUA, em 2 de outubro de 1968.Foi um pintor, escultor e poeta francês (cidadão dos Estados Unidos a partir de 1955), inventor dos ready made.

É um dos precursores da arte conceitual e introduziu a ideia de ready made como objeto de arte. Irmão de Jacques Villon, de Suzanne Duchamp e Raymond Duchamp-Villon, estes também artistas que gozaram de reputação no cenário artístico europeu, Marcel Duchamp começou sua carreira como artista criando pinturas de inspiração romantista, expressionista e cubista. Dessa fase, destaca-se o quadro Nu descendo a escada,Nú descendo as escadas que apresenta uma sobreposição de figuras de aspecto vagamente humano numa linha descendente, da esquerda para a direita, sugerindo a ideia de um movimento contínuo. Esse quadro, na época de sua gênese, foi mal recebido pelos partidários do Cubismo, que o julgaram profundamente irônico para com a proposta artística por eles pretendida.

Essa fase lhe rendeu, ainda, o quadro Rei e rainha rodeados por rápidos nus, que sugere um rápido movimento através de duas figuras humanas, e A noiva,marcel-duchamp-11 que apresenta formas geométricas bastante delineadas e sobrepostas, insinuando uma figura de proporções humanas. Este último foi bastante utilizado no seu projeto mais ambicioso, de que trataremos a seguir.

Sua carreira como pintor estendeu-se por mais alguns anos, tendo como produto quadros de inegável valor para a formação da pintura abstrata. É, no entanto, como escultor que Duchamp vai atingir grande fama. Tendo se mudado para Nova York e largado a Europa numa espécie de estagnação criativa, Duchamp encontra na América um solo fértil para sua arte dadaísta. Decorrente dessa fase, e em virtude de seus estudos sobre perspectiva e movimento, nasce o projeto para a obra mais complexa do artista: A noiva despida pelos seus celibatários, mesmo ou O grande vidro.

Trata-se de duas lâminas de vidro, uma sobre a outra, onde se vê uma figura abstrata na parte de cima, que seria a noiva, inspirada no quadro acima mencionado, e, na parte de baixo, se percebe uma porção de outras figuras (feitas de cabides, tecido e outros materiais), dispostas em círculo, ao lado de uma engrenagem (retirada de um moinho de café). Essa obra consumiu anos inteiros de dedicação de Duchamp, e só veio a público muito depois do início de sua construção, intercalada, portanto, por uma série de obras. Não se tem um consenso acerca do que representa essa obra, mas diversas opiniões conflitantes, com base em psicologismos e biografismos, renderam e ainda rendem bastante discussão.

Rotary Glass Plates (Precision Optics) Rodadebicicleta marcel-duchamp marcel_duchamp_theredlist escorredor de garrafas lhooq-1919 duchamp Barulho secreto A noiva A fonte -1917Duchamp foi o responsável pelo conceito de ready made, que é o transporte de um elemento da vida cotidiana, a princípio não reconhecido como artístico, para o campo das artes. A princípio como uma brincadeira entre seus amigos, entre os quais Francis Picabia e Henri-Pierre Roché, Duchamp passou a incorporar material de uso comum nas suas esculturas. Em vez de trabalhá-los artisticamente, ele simplesmente os considerava prontos e os exibia como obras de arte.

 

A Fonte, obra que fez repercutir o nome de Duchamp ao redor do mundo – especialmente depois de sua morte -, está baseada nesse conceito de ready made: pensada inicialmente por Duchamp (que enviou-a com a assinatura “R. Mutt” -fábrica que produziu o urinol-, lida ao lado da peça) para figurar entre as obras a serem julgadas para um concurso de arte promovido nos Estados Unidos, a escultura foi rejeitada pelo júri, uma vez que, na avaliação deste, não havia nela nenhum sinal de labor artístico. Com efeito, trata-se de um urinol comum, branco e esmaltado, comprado numa loja de construção e assim mesmo enviado ao júri, entretanto, a despeito do gesto iconoclasta de Duchamp, há quem veja nas formas do urinol uma semelhança com as formas femininas, de modo que se pode ensaiar uma explicação psicanalítica, quando se tem em mente o membro masculino lançando urina sobre a forma feminina.

A sua obra está vinculada, de algum modo, ao seu modo de vida boêmio, propiciado pelo convívio com pessoas influentes e poderosas no meio artístico norte-americano. Num de seus acessos de iconoclastia e irresponsabilidade, Duchamp lançou na cena artística nova-iorquina a figura de Madame Rrose Sélavy man-ray-rrose-selavy-marcel-duchamp(cujo nome se assemelha à palavra francesa heureuse, “feliz”, e o sobrenome à expressão francesa c’est la vie, “é a vida”, resultando na frase “feliz é a vida”), uma artista dotada de uma ironia profunda, bem como de uma paixão por trocadilhos (evidentemente, aspectos oriundos da personalidade do próprio Duchamp). Ela também assinou uma parte dos ready made, podendo ela mesma ser considerada um ready made duchampiano, na medida em que era uma espécie de transfiguração artística de uma personalidade real do artista.

Duchamp jogando xadrêzDuchamp era, ainda, entusiasta do xadrez, tendo se filiado a vários clubes e participado com relativo êxito de torneios mundo afora. Pode-se dizer que uma parte da sua vida foi consagrada ao estudo desse jogo. Além disso, dedicou-se ao estudo da “quarta dimensão”, o que, de alguma forma, orientou a sua criatividade artística para problemas óticos. Os Rotoreliefs, discos coloridos que, quando girados com extrema rapidez, produziam efeitos óticos, é mais uma de suas tentativas de se aproximar das pesquisas que fazia.Rotary Glass Plates (Precision Optics)

O estudo do olhar sobre a arte interessou muito a Duchamp, que se opunha àquilo que ele próprio dizia ser a “arte retiniana”, ou seja, uma arte que agrada à vista. Pode-se, de certo modo, compreender toda a arte de Duchamp como um esforço para se afastar da “arte retiniana” e passar para uma arte mais “cerebral”, em que se ressaltam os aspectos mais intelectuais do labor artístico. Dessa forma, os ready made, inclusive, são uma tentativa de escapar da “arte retiniana”, uma vez que confrontam o público, oferecendo-lhes algo que ele próprio já viu algures, forçando-o a pensar e refletir sobre a questão da arte enquanto linguagem.

Vale a pena ressaltar que a obra de Duchamp deixou um legado importante para as experimentações artísticas subsequentes, tais como o Dadaísmo, o Surrealismo, o Expressionismo abstrato, a Arte conceitual, entre outros. Muitos dos artistas identificados com essas tendências prestaram tributo a Duchamp, quando não o conheceram de fato, tendo com ele um contato direto (ou, às vezes, íntimo), o que influenciou as suas respectivas obras. John Cage, por exemplo, trocou ideias com Duchamp, e André Breton, pai do Surrealismo, por várias vezes tentou cooptar Duchamp para a causa do movimento surrealista; Tristan Tzara, um dos responsáveis pelo Dadaísmo, também reconheceu na obra de Duchamp, apesar do pouco contato da arte norte-americana com a arte europeia, uma espécie de precursora.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcel_Duchamp

Eliseu VISCONTI

Autorretrato_-_1902 Eliseu_Visconti Eliseu d’Angelo Visconti foi um pintor, desenhista e designer ítalo-brasileiro ativo entre os séculos XIX e XX. É considerado um dos mais importantes artistas brasileiros do período e o mais expressivo representante da pintura impressionista no Brasil.

Nascido na região italiana da Campânia em Giffoni Valle Piana no dia  30 de julho de 1866, em 1873 imigra com sua irmã Marianella para o Brasil, indo diretamente para a fazenda de propriedade de Luiz de Souza Breves, o barão de Guararema, em Além Paraíba. A profunda afeição da Baronesa pelo pequeno Eliseu coloca-o ainda jovem estudando no Rio de Janeiro. Após um frustrado início na música, ingressa em 1883 no Liceu de Artes e Ofícios. Dois anos depois, sem abandonar o Liceu, matricula-se na Academia Imperial de Belas Artes , tendo como professores Zeferino da Costa , Rodolfo Amoedo, Henrique Bernardelli, Victor Meirelles e José Maria de Medeiros.

Em 1890, Visconti acompanha o grupo dos “modernos”, formado por professores e alunos que se rebelam contra as normas de ensino e abandonam a Academia de Belas Artes para fundar o “Ateliê Livre”. Aprovadas as reformas pelo governo republicano, a Academia transforma-se na Escola Nacional de Belas Artes. Visconti volta a freqüentá-la e, após concurso, recebe em 1892 o primeiro prêmio de viagem ao exterior concedido pela República, viajando no ano seguinte para a França. Aprovado no processo de admissão da École nationale supérieure des beaux-arts, abandona essa conservadora Escola ainda em 1894 e inscreve-se na École normale d’enseignement du dessin (École Guérin), onde foi aluno de Eugène Samuel Grasset, considerado uma das mais destacadas expressões do Art Nouveau. Frequenta também a Academia Julian, tendo como mestres Bouguereau e Ferrier. De temperamento inquieto e espírito aberto às inovações, Visconti mostra, em importantes trabalhos do período de sua formação na França, influências dos movimentos simbolista, impressionista e art-nouveau. Viaja a Madri para cumprimento de suas tarefas de bolsista, onde realiza cópias de Diego Velázquez, absorvendo soluções para os efeitos de reflexão da luz natural, mais tarde utilizadas em alguns de seus trabalhos. Na capital francesa, expõe consecutivamente nos salões de arte e, após receber Medalha de Prata na Exposição Universal de 1900 por suas obras Oréadas e Gioventù, Visconti regressa ao Brasil. Naquele momento, não foi possível trazer consigo a jovem francesa Louise Palombe, companheira desde 1898 e com quem Visconti ficaria casado pelo resto de sua vida. Louise se tornaria figura marcante e inspiradora da obra de Visconti.

Em 1901, Visconti organiza sua primeira exposição individual na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. A  incursão de Visconti pelo design incluiu ainda cartazes, cerâmicas, tecidos, papéis de parede, vitrais e luminárias.

Em junho de 1906, Visconti foi eleito para substituir Henrique Bernardelli na primeira cadeira de Pintura da antiga Escola Nacional de Belas Artes, cargo que só veio a assumir no ano seguinte, e no qual permaneceu até 1913, quando pediu exoneração para retornar à Europa e realizar a decoração do foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Após sua volta definitiva ao Brasil, em 1920, outra luminosidade e outras cores exerceriam influência sobre ele, levando-o a criar um impressionismo próprio, retratado em suas paisagens de Teresópolis, cheias de atmosfera luminosa e transparente, de radiosa vibração tropical.

Após 1920, a fluência nas diversas técnicas e a maestria com que administra o uso das cores associado aos efeitos de luz tornam-se uma característica das telas de Visconti. Participa do processo de contínua modernização urbana da cidade do Rio de Janeiro, executando importantes decorações para a Biblioteca Nacional, para o Palácio Tiradentes e para o Palácio Pedro Ernesto. Acompanha com interesse os acontecimentos da Semana de Arte Moderna, para a qual não foi convidado. Pietro Maria Bardi comentaria: “Esqueceram o único realmente moderno de sua época, que era Visconti”..

Trabalhador incansável e artista de vanguarda, Visconti produziu obra de valor universal, utilizando como instrumental, ao longo de suas diversas fases, técnicas e influências naturalistas, renascentistas, realistas, pontilhistas, impressionistas e neo-realistas. Prosseguiria Eliseu Visconti na busca incansável pelo novo, evoluindo em sua técnica e desconhecendo estágios de decadência. Entretanto, três meses após ser golpeado na cabeça em um assalto ao seu ateliê em Rio de janeiro , falece o artista em 15 de outubro de 1944, aos 78 anos de idade. A atualidade de Visconti permanece, retratada em obras com tal grau de versatilidade que, se o colocaram como o mais expressivo representante do impressionismo e como pioneiro do nosso design, revelam sua capital importância dentre os artistas que anteciparam a modernização da arte brasileira.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Eliseu_Visconti

 

MALBA -Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires

O Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (em espanhol: Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, MALBA) é um museu localizado no bairro de Palermo, em Buenos Aires. Abriga em seu interior a coleção de Eduardo F. Costantini, presidente da fundação que leva seu nome que fundou e mantêm o espaço dedicado as artes.

Segundo o especificado em sua missão, o MALBA é um espaço destinado a coleção, conservação, estudo e difusão da arte latino-americano desde princípios do século XX até a atualidade.

Origens

A coleção Costantini esteve aberta desde 1990 a especialistas do âmbito local e internacional, e muitas de suas obras foram emprestadas para exposições que ocorreram em diversos países da América e Europa. No ano 1996, o conjunto se apresentou pela primeira vez ao público em geral, no âmbito do Museu Nacional de Bellas Artes, apresentação que se repetiria mais tarde no Museu Nacional de Artes Visuais de Montevidéu.

Os fins do ano 1998, com a aquisição de um terreno sobre na Avenida Figueroa Alcorta, se deu o primeiro passo para a construção de um espaço que puder abrigar a totalidade da coleção Costantini. Depois uma convocatória na que se receberam 450 propostas de 45 países, se selecionou a três arquitetos argentinos para encomendar-lhes a construção do edifício. Eles foram Gastón Atelman, Martín Fourcade e Alfredo Tapia, do estudo cordobés AFT Arquitectos.

O Malba possui um acervo único no mundo, que conta com obras das principias tendências e movimentos que caracterizam a arte da região em todos os suportes, reunindo pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, colagens, fotografias, instalações e objetos de artistas do México e o Caribe até a Argentina.

Desde a sua inauguração ao público, em 2001, um dos seus principias objetivos tem sido a exibição permanente da maior parte do patrimônio, propondo aos visitantes leituras renovadas e diversas aproximações à história da arte da América Latina.

Modernidade | Vanguarda
Arte e política
Surrealismos
Concretos | Neoconcretos | Óticos | Cinéticos
Informalismos | Arte destrutiva | Outras figurações | Pop | Objetos | Minimalismo | Arte conceitual
Conceitualismo | Hiperrealismo | Nova imagem

Das primeiras modernidades e vanguardas às produções mais contemporâneas das últimas décadas do século XX, a apresentação da coleção varia de acordo com a dinâmica do Programa Anual de Aquisições e com as generosas doações recebidas tanto de artistas quanto de famílias de artistas e coleções particulares.

Fonte: http://www.malba.org.ar/web/col_por.php

http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Arte_Latino-Americana_de_Buenos_Aires